Oi gente cá estou eu de novo falando de minhas viagens. Acho que nasci em SP por engano porque estou de novo no estado da Bahia. Depois de passar o natal em Barreiras agora estou com minha esposa em Salvador curtindo o Corpus Christi.
Bem primeiro dia de viagem terminando, digo que estou ligeiramente cansado depois de uma boa maratona, que incluiu poucas horas de sono e uma viagem com vôo atrasado por mais de uma hora.
Entretanto a magia deste lugar faz com que qualquer tipo de cansaço vire fichinha perto da beleza e da vibe positiva que tem por aqui.
Logo ao chegarmos fomos recepcionados pela amiga querida Fátima e sua família. Depois de nos acomodarmos fomos visitar a praia da Barra. Charmosa, com um farol imponente.
A coisa multi mega máster chata que tem por ali são os pedintes. Por causa do grande número de turistas na região eles ficam por todos os lados pedindo dinheiro e comida. Como gato escaldado que tem medo de água fria, por morar em São Paulo, resolvi “ceder” um Guaraná que estava no final e depois do almoço, comigo ainda dentro do restaurante, sentado na mesa, que ficava de cara para a rua, mas repito – dentro do restaurante – fui novamente sugerido a “presentear” uma dessas pessoas com os restos daquilo que ainda estava acabando de comer.
Que chato. Isso só denigre a imagem do país.
Com relação a noite, não sei o que vai acontecer, mas como ela é uma criança tudo pode mudar em 2 segundos
Bem primeiro dia de viagem terminando, digo que estou ligeiramente cansado depois de uma boa maratona, que incluiu poucas horas de sono e uma viagem com vôo atrasado por mais de uma hora.
Entretanto a magia deste lugar faz com que qualquer tipo de cansaço vire fichinha perto da beleza e da vibe positiva que tem por aqui.
Logo ao chegarmos fomos recepcionados pela amiga querida Fátima e sua família. Depois de nos acomodarmos fomos visitar a praia da Barra. Charmosa, com um farol imponente.
A coisa multi mega máster chata que tem por ali são os pedintes. Por causa do grande número de turistas na região eles ficam por todos os lados pedindo dinheiro e comida. Como gato escaldado que tem medo de água fria, por morar em São Paulo, resolvi “ceder” um Guaraná que estava no final e depois do almoço, comigo ainda dentro do restaurante, sentado na mesa, que ficava de cara para a rua, mas repito – dentro do restaurante – fui novamente sugerido a “presentear” uma dessas pessoas com os restos daquilo que ainda estava acabando de comer.
Que chato. Isso só denigre a imagem do país.
Com relação a noite, não sei o que vai acontecer, mas como ela é uma criança tudo pode mudar em 2 segundos
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